Os problemas sexuais surgem, muitas vezes, em consequência de inibições e fobias no sexo. As mais comuns incluem: preocupação com os odores corporais, não querer ser visto nu, ansiedade em relação a determinada parte do corpo, nervosismo a propósito de certo comportamento sexual (por exemplo sexo oral) ou, simplesmente, sentir-se demasiado exposto durante o sexo.
A terapia comportamental tem por objectivo tentar libertar os pacientes de inibições e fobias no sexo. Para esse efeito, expõe a pessoa inibida à fonte da sua inibição, numa série de passos controlados. É possível adoptar os princípios da terapia comportamental e utilizá-los em casa.
Por exemplo, alguém que fica nervoso por fazer sexo com as luzes acesas poderá começar por experimentar iluminar o quarto com uma única vela. Caso se sinta bem, a luz pode ser aumentada para várias velas, depois para um candeeiro de cabeceira e, finalmente, para uma luz mais forte. A ideia é ir ganhando confiança progressivamente e, sempre que a pessoa se sentir insegura numa determinada fase, volta simplesmente à anterior até ficar mais à vontade.
A terapia comportamental recorre também a técnicas de descontracção, como exercícios de relaxamento muscular e respiração profunda para reduzir as inibições e fobias no sexo.
Texto escrito por Fabio Carvalho
No site 180 Graus





