O uso das chamadas "pulserinhas do sexo" por adolescentes gerou uma grande polêmica após um grupo de rapazes estuprar uma adolescentes de 13 anos apenas porque ela usava o acessório. O crime ocorreu em Londrina, Paraná, no dia 15 de março, e ganhou repercussão nacional.
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| pulseiras do sexo |
Desde que o fato foi noticiado pela imprensa, muito se discutiu sobre o caráter nocivo das pulseiras para as crianças e adolescente que as utilizam. O juiz Ademir Ribeiro Richter, da Vara da Infância e Juventude de Londrina, chegou a proibir o uso das indumentárias para menores de 18 anos.
No Piauí, as pulseiras também viraram moda entre os jovens. E para evitar a ocorrência de casos como o de Londrina, algumas instituições de ensino já começaram a vetar o uso do acessório.
A proibição ocorreu em pelo menos três colégios de Campo Maior: Leonardo da Vinci, Alfabetoc e Patrona Nossa Senhora de Lourdes.
Os alunos das escolas não gostaram muito da censura. Em entrevista ao portal CampoMaiorEmFoco, disseram que a maioria nem conhece o significado erótico das pulseiras, as quais, segundo eles, são apenas "para enfeitar".
A conotação sexual está na cores das pulseiras, as quais significam ações que devem ser feitas por aqueles que as utilizam. Essas ações vão desde um simples aperto de mãos até a prática sexual.
Ainda não há informações sobre outras escolas, em Teresina e demais cidades do Piauí, que tenham proibido o uso das "pulseirinhas do sexo", mas essa novela ainda parece ter muitos capítulos.
Edição Ramiro Jader | Fonde: O Dia





